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CCJF na 15ª Primavera de Museus*

Publicado em 20/09/2021Entre os dia 20 e 26 de setembro será realizada a 15ª Primavera de Museus, uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram, que agregará mais de 680 instituições como museus, instituições de memória, espaços e centros culturais de todo o país – entre elas o Centro Cultural Justiça Federal (CCJF).O tema deste ano é Museus: perdas e recomeços, cujo objetivo, segundo os organizadores, é o de fazer uma reflexão “sobre o impacto que este momento (da pandemia) tem, não somente em nosso presente, mas em nossas memórias e em nosso futuro. Diante desta condição incontornável, a 15ª Edição da Primavera dos Museus não poderia deixar de propor um tema sem que refletisse a função dos museus neste momento que, embora não tenha ainda acabado, exige, desde já, a elaboração das perdas que temos sofrido, tratando da guarda do que restou e augurando que, como em tantas outras vezes, o que restou enseja os recomeços…”Diante desta proposta, o CCJF decidiu criar dois projetos. O Inspirações: conversas sobre arte e justiça social, recuperando o contato com artistas que não viabilizaram mostras de artes visuais em suas galerias, que tocavam em temas sensíveis aos valores da Justiça (uma das missões da instituição), e que dão margem a discutir questões de justiça social na sociedade brasileira.Para isso, fez convites a três artistas mulheres para uma conversa com o Setor de Exposições do CCJF no canal do YouTube, onde elas apresentarão seus trabalhos e falarão de suas motivações, técnicas, carreiras e de seus interesses atuais. Essas três artistas tiveram seus projetos aprovados para fazer parte da programação do CCJF em anos anteriores, mas não puderam realizá-los por impedimentos distintos.No outro projeto, denominado Cartas do Front, a historiadora e atriz, Jussilene Santana, lê e comenta uma carta de Martim Gonçalves para a arquiteta Lina Bo Bardi. A atividade é um desdobramento do projeto Arquivo-Vivo do Instituto Martim Gonçalves.Abaixo, apresentamos as participantes com as datas e horários dos eventos:Simone Kestelman Dia 20 de setembro, às 16h Exposição CantigasTemática: Violência contra mulheres e meninas (Projeto aprovado por edital para 2015)Cantigas é uma instalação composta por esculturas de vestidos de menina suspensos, moldados em cerâmica em tamanho real e ocos, em cujo ambiente é projetado o som de cantigas de roda. As esculturas são instaladas com elementos que remetem à violação do direito das mulheres sobre si mesmas, desde meninas. Formas sutis e explícitas de destituição da liberdade, de autonomia, desde a super proteção até o tráfico sexual.Convidada: Dalka Ferrari – psicóloga, psicodramatista e coordenadora Geral do CNRVV – Centro de Referência as Vítimas de ViolênciaLink no YouTube: https://youtu.be/eTV5mO3sCJ4 Alessandra Cunha Dia 21 de setembro, às 16h Exposição 70 NeutrinosTemática: Impacto da “neutralidade” no pensamento político (Projeto aprovado por edital para 2018)70 pinturas em acrílica, de seres “quase-humanos”, realizados em 2018 pela artista. Não representam nada, nem ninguém, não criticam, não lançam ideias, apenas existem. Metáfora pra um momento em que havia a necessidade de pensamento, reflexão e posicionamento, cruciais para o futuro da nação que habitam. Em que medida a neutralidade deste momento anterior se transformou em uma radical polarização de pensamentos?Convidada: Eliane Tinoco – professora de Arte aposentada e produtora cultural há mais de 30 anos. Artista visual membro do coletivo Professor-artista e uma das idealizadoras da Intensa Galeria de Arte.Link do YouTube: https://youtu.be/7_3qNyXcyRc Gabriela Noujaim 22 de setembro, às 16h Exposição DemarcaçõesTemática: “Apagamento da cultura indígena e de corpos femininos indígenas/desmatamento” (Projeto proposto fora do edital para 2018)A exposição Demarcações foi inaugurada na região Centro-oeste, mais precisamente em Goiânia, com o intuito de demarcar a importância das reservas indígenas, uma das principais cicatrizes dessa região. A manutenção das reservas, resguardando conjuntamente a importância da manutenção das florestas no Brasil, além da preservação cultural e da vida humana existente nesses locais, não é responsabilidade apenas dos indígenas, mas, antes, de todos os brasileiros que defendem a integridade ambiental e a vida humana de seu território. Recomeçando o diálogo com o atual Centro Cultural Justiça Federal, a artista propõe uma exposição coletiva de Cartazes contra do desmatamento, entre julho e novembro de 2022. Uma coletiva com artistas do Centro-oeste, indígenas e artistas do Rio de Janeiro, assim como ela, interessados em dar luz ao problema do desmatamento no Brasil, acreditando em uma união conjunta de forças com o CCJF.Convidada: Aline Rochedo Pachamama – indígena da etnia Puri, historiadora, escritora e ilustradora.Link no YouTube: https://youtu.be/ACCN9avtYcU Jussilene Santana Dia 24 de setembro, às 16h Carta de Martim GonçalvesA historiadora e atriz, Jussilene Santana, lê e comenta uma carta de Martim Gonçalves para a arquiteta Lina Bo Bardi. A atividade é um desdobramento do projeto Arquivo-Vivo do Instituto Martim Gonçalves, que estreia uma parceria com o CCJF integrando a programação da Primavera do Museus, organizada pela IBRAM.Link do YouTube: https://youtu.be/FMXoYiSkwOg*Fonte: CCJF Assuntos:CCJF
20/09/2021 (00:00)
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